Direto da Redação: Pesquisas eleitorais descolam o Nordeste de Lula

Aparentemente, só Rafael Fonteles, no Piauí, apresenta chance de vitória.

Foto: Foto: reprodução/ FacebookCiro Gomes
Ciro Gomes

Descolou?

Os resultados de pesquisas como a mais recente, da Genial/Quaest, em que Ciro Gomes lidera no Ceará com 43% sobre o atual governador, Elmano de Freitas, do PT, (33%) poderia indicar um descolamento de Lula nas campanhas do Nordeste?
Um especialista consultado pela coluna, que pediu reserva sobre seu nome, diz que sim, porque o caso cearense não é isolado.

Foto: ReproduçãoGovernador Elmano de Freitas
Elmano de Freitas segue em segundo nas pesquisas no Ceará

Mais um

Ciro Gomes não é o único candidato não alinhado a Lula que lidera no Nordeste ou que está avançando sem o apoio do presidente.
No Maranhão, Eduardo Braide (PSD) aparece à frente em todos os cenários, com mais de metade das intenções de voto. 
No Rio Grande do Norte, Alisson Bezerra, do União Brasil, lidera as pesquisas, enquanto na Bahia, ACM Neto segue à frente.

Foto: ReproduçãoRafael Fonteles
Rafael Fonteles com mais possibilidade de Vitória que os demais governadores do Nordeste

Aqui ainda não?

O Piauí é o único estado do Nordeste onde o candidato do PT aparece em situação confortável na disputa pelo governo estadual.
Rafael Fonteles, a depender das sondagens, tem até mais de dois terços das intenções de votos – bem mais do que os votos reais recebidos na eleição passada.

Multiuso

R$ 2.439.650,79 é quanto a empresa B S C Empreendimentos e Serviços Ltda. vai receber da Secretaria de Infraestrutura do Piauí para construção de uma praça multiuso, com área total de 5.460,00 metros quadrados, no município de Palmeirais.

Olha, olha!

O deputado estadual Flavio Nogueira (PT), candidato à reeleição, deixou a Secretaria de Infraestrutura em março, conforme prescreve a lei eleitoral.
Mas nesta semana apareceu uma publicação no Diário Oficial com assinatura dele, como titular da pasta, datada de 29 de julho, o que é, no mínimo, fonte de dor de cabeça.

Foto: ReproduçãoFlávio Nogueira está em doce deleite no exterior
Flávio Nogueira assinou documentos na Infraestrutura no período eleitoral.

Prefeito problema 

O prefeito Emanuel, de Parnaíba, anda enrolado demais. Só que no seu caso, por supostas malfeitorias.
Agora é com o TCE e MP para justificar pagamento de quase R$ 700 mil.

Foto: ReproduçãoPrefeito Francisco Emanuel de Parnaíba
Emanuel, refeito de Parnaíba, caminhos tortuosos.

O barco sem boia 

Olha o perigo ambulante: um passageiro se queixou que fez a travessia Teresina/Timon numa barca, juntamente com mais sete pessoas, mas o a tal barca só dispunha de três coletes salva-vidas.

Piauí na seleção

O zagueiro piauiense Luís Eduardo, natural de Corrente, cidade a 850 km de Teresina, é um dos convocados para defender a seleção brasileira sub-20 nos amistosos contra a Bolívia, que serão disputados nos dias 9 e 12 de agosto, na Granja Comary, em Teresópolis (RJ).

Foto: DivulgaçãoLuis Eduardo
Luis Eduardo

Veterano

Luís Eduardo já conhece o campo, porque essa será sua terceira convocação para a seleção brasileira. A primeira foi em março de 2025, para o Campeonato Sul-Americano Sub-17, na Colômbia. 
Na segunda, ele entrou em campo pela seleção brasileira na Copa do Mundo Sub-17 em2025 no Qatar. 

O pesadelo do homem

Há governos que fracassam por falta de dinheiro. Outros, por falta de ideias. Mas existem aqueles que fracassam justamente naquilo que escolheram como vitrine. E, se as informações que circulam sobre a paralisação da operação de embarque de minério no Porto Piauí se confirmarem, o governo Rafael Fonteles poderá estar diante da sua maior derrota administrativa.

Símbolo?

O Porto de Luís Correia foi vendido como símbolo da modernização do Estado. O próprio Governo anunciou o início da operação com enorme entusiasmo, destacando a exportação de mais de 110 mil toneladas de minério de ferro por meio do sistema de transhipment, modalidade em que embarcações menores levam a carga até navios de grande porte posicionados em águas profundas. 

Foto: AscomOperação no Porto Piauí deve iniciar com exportação de minério
Olha o navio do minério. Bom para quem está recebendo as diárias.

Montanha de minério 

O problema é que inaugurar é uma coisa. Operar é outra completamente diferente.
Se, passados cerca de 45 dias, uma montanha de minério continua parada à espera de uma operação que simplesmente não acontece, há apenas duas hipóteses. Ou a empresa privada está acumulando prejuízos gigantescos pelo descumprimento de contratos de exportação, ou o próprio Estado será chamado a responder pelos danos decorrentes de uma infraestrutura pública que não entregou aquilo que prometeu.
E qualquer uma das duas hipóteses é devastadora.

Problema antigo

O mais grave, entretanto, é que esse problema não nasceu agora. Ele foi plantado lá atrás, quando se abandonou o projeto originalmente concebido para o porto.
Durante décadas, a concepção técnica previa um cais em posição muito mais próxima da saída para o mar. A solução reduziria significativamente a extensão do canal de navegação, diminuiria os custos permanentes de dragagem e facilitaria a operação portuária.
Mas resolveram reinventar aquilo que já havia sido pensado.

ORAÇÃO DO DIA!

Oi, Deus! Obrigado(a) por nunca desistir de mim nem me abandonar no meio da minha jornada. Posso até ter falhado Contigo algumas vezes, mas em todas elas, o Senhor olhou para mim, me levantou, me perdoou e me deu uma nova oportunidade de recomeçar. Amém!

Versículo do dia:
“As nossas faltas nos deixam derrotados, mas tu nos perdoas.”
(Salmos 65,3b)BOM DIA! A PAZ DO SENHOR JESUS CRISTO
 

Opção equivocada

Optou-se por um canal muito maior, muito mais caro e infinitamente mais dependente de dragagens constantes. Era uma escolha que carregava um risco evidente: quanto maior o canal, maior a tendência de assoreamento, maior o custo de manutenção e maior a probabilidade de paralisações operacionais.
Agora, tudo indica que a realidade está cobrando a conta.

Novas autorizações 

O próprio Governo já anunciou novas autorizações para aprofundar novamente o canal, reconhecendo, na prática, que a manutenção da profundidade é um desafio permanente. 
Isso leva a uma pergunta inevitável: os estudos que embasaram esse modelo estavam corretos?
Porque uma obra pública não pode depender de sucessivas dragagens milionárias apenas para continuar funcionando poucos dias após sua inauguração operacional.
Isso merece resposta. O espaço está disponível.-los.

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