Direto da Redação: Órgãos oficiais negam documentos sobre terminal
Como é que é, Silvio Mendes? Trará para Teresina o tuc-tuc?
Alô! Alô! Novo terminal?
Todo mundo é mudo no Ibama e na Semar. Ninguém fala sobre as obras próximas a residências — e área ocupada por comércio — que estão sendo construídas nas proximidades do antigo terminal.
Ambientalistas e moradores apontam para o risco de explosões.
Há na área até fábrica de solventes.
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Obra avança sem licença
Pois bem, há alguns dias a coluna tem informado que uma obra nas proximidades do antigo terminal de combustíveis, em Teresina, segue avançando sem que o Portal AZ tenha localizado, até o momento, documentos que comprovem seu licenciamento ambiental.
O local reúne residências, comércios e uma indústria de solventes, situação que preocupa moradores e ambientalistas.
Semarh não apresenta licença
A Secretaria do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Semarh/PI), responsável pelo licenciamento ambiental estadual, foi procurada pelo Portal AZ. Até o momento, porém, a reportagem não teve acesso a licença, processo ou documento que comprove a regularidade ambiental do empreendimento.
IBAMA aponta competência estadual
Procurado pelo Portal AZ, o IBAMA informou que o licenciamento do empreendimento não é de competência federal. Com isso, a responsabilidade pela análise permanece na esfera estadual.
A reportagem segue buscando esclarecer onde está a documentação que autorizaria a instalação da obra.
Risco preocupa moradores
Moradores e ambientalistas demonstram preocupação com a proximidade da obra em relação a uma indústria de solventes e a um terminal de combustíveis. Entre os riscos apontados está a possibilidade de acidentes com potencial de atingir imóveis, estabelecimentos comerciais e outras estruturas existentes na região.
Ministérios Públicos são acionados
A situação foi comunicada ao Ministério Público Federal (MPF) e ao Ministério Público do Estado do Piauí (MPPI). A reportagem cobra a apuração das licenças, autorizações e condições de segurança do empreendimento. O Portal AZ informa que a investigação continuará em busca de respostas oficiais.
Ah… e tem mais…
Qual a posição do governador Rafael e do prefeito Silvio?
Estão aguardando a cobrança do imposto?
O que é isso, Silvio?
Tuc-tuc, a proposta salvadora do transporte em Teresina.
Pensa grande, Silvio Mendes. Pensa grande ao menos naquilo que te cabe.
Quem vai contigo?
Certamente o prefeito de Teresina não fará teste nesses veículos. Certamente. Por óbvios e flagrantes motivos. Não é? Mas e os outros? Vão aceitar?
PL destinou R$ 3 milhões
A campanha de Michelle Bolsonaro recebeu R$ 3 milhões em recursos do Partido Liberal, conforme a informação apresentada. A cifra passou a ser questionada nas redes sociais por contrastar com críticas feitas por integrantes e apoiadores do grupo político a beneficiários do Bolsa Família. A discussão coloca em evidência a diferença entre o financiamento de campanhas e a assistência destinada a famílias de baixa renda.
Milhões de um lado
Os R$ 3 milhões destinados à campanha de Michelle Bolsonaro ganharam repercussão diante das críticas dirigidas a pessoas que recebem benefícios sociais. O Bolsa Família, por sua vez, é uma política pública voltada a famílias em situação de vulnerabilidade. A comparação entre os valores passou a ser usada por críticos para questionar a coerência do discurso político sobre os beneficiários do programa.
Discurso incoerente
A comparação entre os recursos de campanha e os benefícios sociais abriu espaço para questionamentos sobre coerência política nas redes sociais. Críticos observam que setores que frequentemente classificam beneficiários de programas sociais de maneira pejorativa raramente adotam o mesmo tom ao tratar dos altos valores que circulam em campanhas eleitorais ou quando setores econômicos recebem benefícios de bilhões. O tema ampliou o debate sobre critérios morais aplicados a diferentes formas de acesso a recursos públicos.
Vulnerabilidade social
A discussão ultrapassa os números e alcança a percepção social construída em torno do dinheiro público. Enquanto o Bolsa Família atende famílias em situação de vulnerabilidade, os recursos eleitorais fazem parte do financiamento da atividade política previsto pela legislação. A comparação feita por internautas revela uma disputa de narrativas sobre quem recebe recursos do Estado e como esses diferentes grupos são julgados pela opinião pública.
Desconhecimento
A questão é que muitos desses eleitores não leram uma página da Constituição onde diz que o Estado deve dar assistência a quem mais necessita.
Senso de justiça
A discussão sobre recursos públicos não se limita aos valores envolvidos, mas alcança a percepção de justiça na distribuição desses recursos. O financiamento eleitoral possui previsão legal, enquanto programas de transferência de renda são instrumentos de proteção social. O artigo 3º da Constituição Federal estabelece, entre os objetivos fundamentais da República, a erradicação da pobreza e a redução das desigualdades sociais.