Festas juninas pedem equilíbrio entre tradição e cuidados com a saúde

Especialista orienta escolhas conscientes para aproveitar sem exageros

Por Dominic Ferreira,

Milho, canjica, pamonha, bolo de macaxeira e pé de moleque fazem parte das tradições que transformam as festas juninas em um dos períodos mais aguardados do ano. Em meio à variedade de sabores típicos, especialistas alertam que é possível aproveitar os festejos sem abrir mão dos cuidados com a saúde. O principal caminho, segundo orientações nutricionais, está no equilíbrio alimentar e em escolhas conscientes ao longo do dia.

Foto: Reprodução/Divulgaçãook

De acordo com a nutricionista Rayana Rodrigues, coordenadora do curso de Nutrição da Estácio, não existe necessidade de eliminar os pratos tradicionais para manter hábitos saudáveis. A recomendação é evitar excessos e distribuir melhor o consumo das refeições. Segundo a especialista, as festas juninas carregam forte valor cultural e afetivo, e a alimentação saudável também deve considerar prazer e convivência social.

Entre os alimentos mais presentes nesse período, o milho aparece como um dos destaques nutricionais por ser fonte de fibras, vitaminas do complexo B e energia. O cuidado maior, segundo a nutricionista, está nos ingredientes adicionados às receitas, como açúcar, leite condensado, manteiga e coberturas que elevam o valor calórico. A orientação é priorizar preparações com ingredientes mais naturais, manter hidratação adequada e evitar substituir refeições principais apenas pelos alimentos típicos.

Outro ponto destacado envolve a segurança alimentar durante os festejos. Como parte das comidas costuma ser comercializada em barracas e eventos ao ar livre, é importante observar condições de higiene, conservação e manipulação dos alimentos para reduzir riscos de contaminação. O consumo de bebidas alcoólicas também merece atenção, com recomendação de alternar a ingestão com água. Para especialistas, aproveitar as festas juninas com consciência permite celebrar as tradições sem abrir espaço para excessos ou restrições radicais.

Fonte: ícone Comunicação

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