Calor intenso do B-R-O-Bró pode agravar sintomas da síndrome do olho seco

Especialistas alertam para cuidados extras com a saúde ocular durante altas temperaturas

Por Dominic Ferreira,

A síndrome do olho seco vem se tornando cada vez mais comum, principalmente entre pessoas que passam longas horas em frente a telas de computadores e celulares. A condição ocorre quando a superfície ocular não recebe a quantidade ou qualidade adequada de lágrimas, essenciais para a lubrificação e proteção dos olhos. Entre os sintomas mais recorrentes estão ardência, vermelhidão, coceira, sensação de areia nos olhos, visão borrada e até mesmo o lacrimejamento reflexo, uma tentativa do organismo de compensar a falta de lubrificação.

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De acordo com a oftalmologista e professora do IDOMED, Nayana Braga, o calor intenso característico do período B-R-O-Bró é um agravante para quem sofre com a síndrome. “O calor favorece a evaporação da lágrima e intensifica os sintomas do olho seco, especialmente em regiões de altas temperaturas. Nesse período, é essencial manter a hidratação, usar colírios lubrificantes com mais frequência e evitar a exposição prolongada ao sol e ao vento”, explica a especialista.

O tratamento depende da gravidade do quadro e das necessidades individuais do paciente. Em casos mais leves, recomenda-se evitar ambientes secos ou com ventilação direta nos olhos, reduzir o tempo diante das telas e utilizar lágrimas artificiais. Já em situações mais complexas, pode ser necessário recorrer a terapias específicas, acompanhadas de um oftalmologista para o monitoramento constante da saúde ocular.

Adotar esses cuidados ajuda a reduzir os desconfortos da síndrome do olho seco e preservar a saúde dos olhos mesmo em períodos de calor extremo. No entanto, especialistas ressaltam que, diante de sintomas persistentes, é fundamental buscar avaliação médica para receber o diagnóstico correto e um tratamento adequado.

Fonte: Ícone Comunicação

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