Paixão de Cristo do Monte Castelo; Receita lança Litígio Zero

O Grupo de Teatro do Monte Castelo apresenta hoje seu 2º dia de espetáculo a partir das 19h

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Paixão de Cristo do Monte Castelo apresenta hoje seu 2º dia de espetáculo

O tradicional espetáculo da Paixão de Cristo realizado pelo Grupo de Teatro do Monte Castelo completa 39 anos em 2024. Vai  esta contracenando hoje seu segundo dia de espetáculo.

Origem do grupo

O grupo, que surgiu pelo desejo de alguns jovens da região de encenar a história de Jesus Cristo, cresceu e se profissionalizou. Ensaios, figurinos, cenografia fazem o dia a dia do período de pelos menos três meses que antecedem a realização do espetáculo.

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                               Produtor Rodervaldo Medeiros e o Ator global Paulo Betti.

O produtor do Grupo de Teatro do Monte Castelo, Rodervaldo Medeiros, confirma que mais de 400 atores estarão em cena, somando elenco principal à figuração. Praticamente todos os figurinos estão sendo confeccionados novamente e algumas mudanças no espetáculo já começaram a ser implementadas, caminhando para as comemorações dos 40 anos do GTMC, que será em 2025.

Atores locais e nacionais estarão nessa incrível produção. Jesus Carvalho interpreta Jesus Cristo, com todo sentimento e emoção. No elenco nacional, Paulo Betti será Herodes. Dadá Coelho, atriz e humorista viverá a personagem Herodíades. Pedro Pauleey será o anjo Gabriel. Verônica será interpretada pela atriz e cantora Juliana Betti. Ainda no elenco nacional, Betto Marque viverá Pìlatos e vai contracenar com a jornalista Idria Portela, que será Cláudia, esposa de Pilatos. O profeta será interpretado pelo ator Roberto Rouwntree. Para viver Salomé, a direção convidou a miss Gabi Lacerda.

A diretora do espetáculo, Aparecida Jucá  comenta que a rotina e ensaios iniciou no dia 11 de janeiro, com reuniões para leitura do texto e construção de personagens sempre de quinta a sábado. “São 102 personagens com fala, uma logística que precisa ser bem administrada, por isso ensaiamos bastante, até para conseguir melhorar a interação dos atores em cena”, diz a diretora.

As cenas do espetáculo escolhidas para hoje são:

Quinta - feira: As Bem-Aventuranças/ Milagres/ A Morte de João Batista/ A entrada em Jerusalém/ Venda de Jesus/ Santa-ceia/ Prisão de Jesus/ Negação de Pedro

As apresentações estão acontecendo no Espaço Cultural Professor Wall Ferraz, no bairro Monte Castelo, zona Sul de Teresina, a partir da 19h

Receita lança nova fase do Litígio Zero a partir de 1º de abril

Lança Litígio Zero
Receita lança Litígio Zero

A partir de 1º de abril, contribuintes que devem até R$ 50 milhões à Receita Federal poderão participar de uma nova fase do Programa Litígio Zero. Os pedidos de reparcelamento podem ser feitos até 31 de julho.

Segundo a Receita Federal, a nova transação tributária abrange débitos tanto de pessoas físicas como de pessoas jurídicas em fase de contestação administrativa. Em troca da renegociação, o contribuinte deverá abrir mão de questionar a cobrança.

“Vamos resolver o passado, fazer essa DR [discussão de relacionamento] entre nós, o Fisco e o contribuinte, para daqui para frente termos uma relação mais harmoniosa, sem litígio, com mais amor”, disse o secretário da Receita Federal, Robinson Barreirinhas. Ele destacou que o Fisco está mudando a postura para estimular acordos com os devedores e recuperar parte do valor devido, em vez de apenas punir os grandes devedores.

Os descontos variam conforme o grau de recuperação do crédito. Para dívidas classificadas como irrecuperáveis ou de difícil recuperação, haverá desconto de até 100% do valor dos juros, das multas e dos encargos legais, observado o limite de até 65% sobre o valor total de dívida. Nesse caso, o contribuinte pagará entrada de 10% do valor consolidado da dívida, após os descontos, divididos em cinco parcelas, e o saldo devedor em até 115 parcelas.

Se o contribuinte usar prejuízos de anos anteriores do Imposto de Renda e da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido para abater o pagamento da dívida, deverá dar entrada de 10% do saldo devedor em até cinco parcelas. Os créditos tributários dos prejuízos apurados até 31 de dezembro de 2023 serão usados no abatimento, até o limite de 70% do valor da dívida após a entrada. O saldo residual será dividido em até 36 parcelas.

No caso das dívidas consideradas de média ou alta chance de recuperação, o devedor deverá dar entrada de 30% do valor consolidado em até cinco parcelas e usar prejuízos de anos anteriores até 31 de dezembro de 2023 para pagar até 70% do valor da dívida depois da entrada. O saldo restante será parcelado em até 36 vezes. Outra opção será dar entrada de 30% do valor consolidado da dívida em até cinco parcelas e dividir o restante em até 115 meses.

>> Para os débitos de até 60 salários mínimos, as dívidas de pessoas físicas, microempresa ou empresa de pequeno porte poderão ser renegociadas com entrada de 5% do valor consolidado em até cinco parcelas. O restante poderá ser parcelado nas seguintes opções:

•    em até 12 meses, com redução de 50% da dívida, inclusive do montante principal do crédito;

•    em até 24 meses, com redução de 40%, inclusive do montante principal do crédito;

•    em até 36 meses, com redução de 35%, inclusive do montante principal do crédito;

•    em até 55 meses, com redução de 30%, inclusive do montante principal do crédito.

Transações individuais

O modelo da nova fase do Litígio Zero diz respeito à transação por adesão, em que a Receita Federal define as regras por meio de edital. Ao anunciar a nova etapa do programa, Barreirinhas apresentou as estatísticas das transações individuais, por meio da qual grandes empresas procuram a Receita Federal para reparcelarem os débitos. Nesse caso, as renegociações ocorrem caso a caso, com o Fisco estabelecendo cláusulas de governança para dar mais transparência ao pagamento de tributos pelas empresas.

De 180 pedidos de renegociação recebidos desde o início do ano, o Fisco fechou 11 acordos de transações tributárias individuais que resultaram na regularização de R$ 5,2 bilhões em dívidas. Desse total, cerca de R$ 3 bilhões foram regularizados apenas por meio de dois acordos de grandes empresas fechados nos últimos dias.

Dos R$ 5,2 bilhões, no entanto, somente R$ 376,2 milhões serão pagos em dinheiro nos próximos dez anos, com R$ 45,3 milhões entrando no caixa do governo em 2024. Barreirinhas informou que, do valor original da dívida, a Receita concedeu R$ 2,1 bilhões em descontos de multas, juros e encargos e permitiu o uso de R$ 834,4 milhões de prejuízos de anos anteriores.

“O valor a ser recuperado em dinheiro parece pouco diante do valor total da dívida, mas estamos falando de créditos irrecuperáveis ou de difícil recuperação”, justificou o subsecretário de Arrecadação e Atendimento da Receita Federal, Mário Dehon. “Estamos trazendo do purgatório, de volta à vida, contribuintes que estavam fora do processo produtivo. São empresas que poderão voltar a produzir e a fazer negócios”, acrescentou.

Fonte: Agência Brasil 

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