Canetas emagrecedoras: como o uso pode fazer mal; Aneel avisa..
Sbem alerta para mercado ilegal e doenças como pancreatite
A Anvisa discute nesta semana novas regras para as canetas emagrecedoras, medicamentos GLP-1 como semaglutida, tirzepatida e liraglutida, usados para diabetes e obesidade. A popularização levou a uso indiscriminado e mercado ilegal, com versões manipuladas sem autorização.
*Riscos e ações:*
- Participe do nosso grupo de WhatsApp
- Participe do nosso grupo de Telegram
- Confira os jogos e classificação dos principais campeonatos
O presidente da Sbem, Neuton Dornelas, alerta para o perigo do uso sem receita. Só no 2º semestre de 2025 foram importados mais de 100 quilos de insumos para manipulação, suficientes para 20 milhões de doses. A Anvisa já apreendeu 1,3 milhão de medicamentos irregulares. Efeitos colaterais graves, como pancreatite, estão sendo registrados, além de náuseas e vômitos. O risco aumenta com produtos ilegais mal armazenados.
*Propostas:*
Anvisa, CFM, CFO e CFF assinaram carta para promover uso seguro. Dornelas defende bloquear a manipulação dessas drogas por 3 a 12 meses, já que não há estrutura para fiscalizar o volume atual.
*Benefícios:*
As canetas ajudam no controle da glicose, retardam o esvaziamento gástrico e aumentam a saciedade, com perda de peso de 15% a 25%. São eficazes para obesidade e reduzem risco cardiovascular.
*Segurança:*
A Sbem indica 4 pilares: usar produto registrado, ter prescrição e acompanhamento médico, comprar em farmácias seguras e seguir a dose correta. Dor abdominal forte é sinal de alerta para pancreatite.
Aneel aciona bandeira amarela e conta de luz fica mais cara a partir de maio no Piauí
A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) anunciou nesta sexta-feira (24) que a bandeira tarifária das contas de luz será amarela no mês de maio, o que resultará em cobrança adicional para consumidores atendidos pelo Sistema Interligado Nacional (SIN).
Aneel aciona bandeira amarela e conta de luz fica mais cara a partir de maio no Piauí
Com a mudança, haverá acréscimo de R$ 1,88 a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos. Segundo a agência, a decisão foi motivada pela redução das chuvas no período de transição entre a estação chuvosa e a seca, cenário que diminui a geração de energia por hidrelétricas e exige o acionamento de usinas termelétricas, que têm custo mais elevado.
Desde janeiro, vigorava a bandeira verde, sem cobrança extra, devido às condições favoráveis de geração e aos níveis satisfatórios dos reservatórios.
Criado em 2015, o sistema de bandeiras tarifárias sinaliza aos consumidores o custo real da produção de energia no país. As cores indicam o nível de custo para geração: verde (sem acréscimo), amarela (custo moderado) e vermelha (custo elevado).
A definição mensal das bandeiras leva em conta avaliações do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), responsável por analisar as condições de operação do sistema elétrico e projetar os custos necessários para atender à demanda.
Atualmente, os valores adicionais cobrados seguem três níveis: na bandeira amarela, o acréscimo é de R$ 1,88 a cada 100 kWh; na bandeira vermelha patamar 1, o valor sobe para R$ 4,46; e na bandeira vermelha patamar 2, chega a R$ 7,87 para o mesmo consumo.
A mudança na bandeira deve impactar diretamente o valor das contas de energia já a partir de maio.
Fonte: Agência Brasil