Direto da Redação: Republicanos em crise também no Piauí
O partido está cheio dos “sem votos” que querem carona para a grande disputa
Republicanos em alerta no Piauí
O clima no Republicanos é de preocupação crescente. O partido, que antes projetava uma chapa federal competitiva e com potencial para eleger até dois deputados federais em 2026, agora enfrenta um cenário de desmobilização e incerteza.
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Desistências preocupam
Após a saída do ex-vereador Gustavo Gaioso da disputa federal, aumentaram os rumores de que a vereadora Ana Fideles também pode abandonar o projeto de candidatura à Câmara Federal.
Possível apoio a Marco Aurélio
Interlocutores políticos afirmam que Ana Fideles poderia migrar politicamente para apoiar a reeleição de Marco Aurélio Sampaio (MDB) e desistir de sua pré-candidatura, o que enfraqueceria ainda mais a chapa republicana.
Chapa pode encolher
Caso as movimentações se confirmem, a chapa federal do Republicanos ficaria praticamente restrita aos nomes de Fábio Abreu, Jadyel Alencar e Fabrício Loyola, ex-superintendente da PRF.
Risco eleitoral
Avaliações internas apontam que, somadas, as candidaturas poderiam não alcançar 170 mil votos — número considerado insuficiente para garantir vaga com segurança no atual sistema proporcional.
Jadyel pode ser atingido
Mesmo mantendo votação expressiva, Jadyel Alencar poderia enfrentar dificuldades por conta do quociente eleitoral, dependendo diretamente da força coletiva da chapa.
Preocupação de Fábio Abreu
Aliados relatam que Fábio Abreu, que inicialmente enxergava possibilidade real de puxar uma segunda vaga, hoje já vê o cenário com cautela diante do esvaziamento político e das possíveis deserções.
2026 vira incógnita
Nos bastidores, dirigentes do Republicanos já admitem reservadamente que a disputa de 2026 pode se transformar em uma verdadeira loteria eleitoral para os candidatos da legenda no Piauí.
Dá-lhe, Joãozinho!
O prefeito de Campo Maior, João Félix, alcançou uma marca inédita e nada positiva na política piauiense: teve as contas de governo reprovadas pelo TCE-PI pelo terceiro ano consecutivo.
Após os exercícios de 2022 e 2023, agora foi a vez das contas de 2024 receberem parecer prévio pela reprovação.
Nos bastidores, a ironia já corre solta: “agora já pode pedir música no Fantástico”.
Gastos com pessoal acima do limite
Entre as principais irregularidades apontadas pelo Tribunal de Contas está o excesso de despesa com pessoal. Segundo o relatório técnico, Campo Maior encerrou 2024 comprometendo 56,98% da Receita Corrente Líquida com folha de pagamento, ultrapassando o limite máximo previsto na Lei de Responsabilidade Fiscal. O TCE também apontou aumento de contratações sem comprovação das hipóteses legais excepcionais.
Falhas contábeis e alerta fiscal
O parecer da conselheira Rejane Ribeiro Sousa Dias destaca que o município apresentou falhas contábeis, inconsistências fiscais e problemas previdenciários considerados graves. Além da reprovação das contas, o Tribunal expediu uma série de determinações, recomendações e alertas à gestão municipal, cobrando ajustes na contabilidade, transparência, arrecadação e equilíbrio fiscal.
Campeão em reprovação de contas
Com três exercícios consecutivos de contas reprovadas — 2022, 2023 e 2024 — João Félix já passa a ser apontado nos meios políticos como um dos prefeitos com maior sequência recente de reprovações no TCE-PI. Apesar do parecer técnico do Tribunal representar forte desgaste político e jurídico, a palavra final ainda caberá à Câmara Municipal de Campo Maior, responsável pelo julgamento definitivo das contas do gestor.
Lei inócua
O deputado estadual Francisco Limma, do PT, conseguiu aprovar na Assembleia Legislativa proposta que agora virou lei sancionada pelo seu correligionário Rafael Fonteles para tornar a data de 12 de novembro o Dia Estadual do Psicopedagogo.
Leis como essa insultam a inteligência das pessoas, porque o deputado deveria mesmo era defender concurso para contratação desses profissionais pela rede pública.
Há pelo menos duas décadas que não se faz concurso para pedagogos e psicopedagogos no estado do Piauí.
Água potável
Em União, cidade a 60 km de Teresina, as pessoas preferem não beber a água do sistema da empresa Aegea. Alegam que há muitos resíduos.
Para beber, centenas de famílias captam água de chafarizes que retiram água de poços pertencentes ao município.
STF manda arquivar processo contra Ciro Nogueira
Processo que envolvia o senador Ciro Nogueira (Progressistas) foi arquivado no Supremo Tribunal Federal por falta de provas.
Diz respeito ao caso que também envolveu o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, que foi amplamente divulgado pela imprensa há alguns dias.
Palavra do ministro
O ministro Alexandre de Moraes arquivou a investigação: “Não se verifica, a partir dos elementos de investigação colhidos pela Polícia Federal, qualquer envolvimento dos referidos parlamentares com as apontadas condutas ilícitas”.
A situação ocorreu no retorno de uma viagem à ilha caribenha de São Martinho em um avião particular do empresário Fernando Oliveira Lima, conhecido como Fernandin OIG, aqui mesmo de Teresina.
Operação da PF avança investigação
A operação do Ministério Público e da Polícia Civil de São Paulo que resultou na prisão da advogada e influenciadora Deolane Bezerra teve início a partir da análise de bilhetes e cartas apreendidos no sistema prisional, segundo informações divulgadas pela imprensa.
O material, localizado em uma unidade penitenciária no interior paulista, indicaria comunicações entre lideranças criminosas e intermediários, levando à ampliação das investigações sobre um suposto esquema de lavagem de dinheiro.
Ela é inocente?
Deolane foi presa em Barueri, na Grande São Paulo. A defesa afirma inocência e sustenta que todos os fatos serão esclarecidos no processo.
Interpol inclui empresário na lista
Segundo a CNN, a Interpol incluiu Ricardo Magro, ligado à Refit, na lista de Difusão Vermelha, tornando-o alvo de alerta internacional. Ele passa a ser procurado em 196 países e pode ser preso no exterior mediante cooperação policial.
O caso repercute no cenário político e econômico brasileiro, sendo citado por análises como um dos pontos de sustentação de articulações ligadas ao bolsonarismo, envolvendo nomes como Jair Bolsonaro, Cláudio Castro, Flávio Bolsonaro, Tarcísio de Freitas e Davi Alcolumbre.
TSE e propaganda religiosa
O TSE consolidou entendimento de que o uso de templos religiosos para pedido explícito de votos pode configurar abuso de poder político e econômico, sujeito a sanções eleitorais, conforme análise de cada caso.
A decisão reacende o debate sobre os limites entre liberdade religiosa e atuação político-eleitoral de lideranças de fé, envolvendo nomes frequentemente citados nesse contexto, como o pastor Silas Malafaia, que nega irregularidades e afirma atuar dentro da legalidade.
A discussão também levanta questionamentos sobre a fiscalização e a aplicação prática dessas regras em ambientes religiosos e na comunicação de lideranças com fiéis.
Grupo Mateus reestrutura operação
O Grupo Mateus anunciou o fechamento de 28 lojas e a demissão de cerca de 6,6 mil colaboradores, o que representa aproximadamente 13,9% do quadro funcional.
Segundo a empresa, a reestruturação tem como objetivo corrigir distorções operacionais e otimizar o desempenho financeiro da rede, com foco em maior eficiência e ajuste da estrutura de custos. Com as mudanças, a força de trabalho passou de 47,9 mil para 41,2 mil pessoas ao longo de 2025.
A medida atingiu unidades em estados como Piauí, Maranhão, Ceará, Bahia, Sergipe e Pará, dentro de um processo de reorganização da operação regional.
TSE e propaganda religiosa
O TSE consolidou entendimento de que o uso de templos religiosos para pedido explícito de votos pode configurar abuso de poder político e econômico, sujeito a sanções eleitorais, conforme análise de cada caso.
A decisão reacende o debate sobre os limites entre liberdade religiosa e atuação político-eleitoral de lideranças de fé, envolvendo nomes frequentemente citados nesse contexto, como o pastor Silas Malafaia, que nega irregularidades e afirma atuar dentro da legalidade.
A discussão também levanta questionamentos sobre a fiscalização e a aplicação prática dessas regras em ambientes religiosos e na comunicação de lideranças com fiéis.