Professores da rede municipal de Teresina cobram pagamento de horas
A discussão envolve os 20 minutos do recreio
Brigou? Plante uma árvore
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Zé apareceu segurando uma muda de planta e resolveu dar um conselho ambiental:
“Toda vez que sua mulher brigar com você, plante uma árvore.”
A turma riu, achando que era apenas mais uma das filosofias dele. Mas o tempo passou.
Tempos depois…
Um ano depois, satélites registraram o surgimento de mais de 1 milhão de hectares de novas áreas verdes.
Ao ser procurado para explicar o fenômeno, Zé respondeu:
“Eu só dei o exemplo. O resto foi mérito dos maridos.”
SEMEC no olho do furacão
Professores da rede municipal de Teresina cobram da Secretaria Municipal de Educação (Semec) o pagamento de horas que consideram trabalhadas além da jornada contratada. A discussão envolve os 20 minutos do recreio, que, segundo a categoria, vêm sendo compensados ao final de cada turno. O tema ganhou destaque após decisão do STF reconhecer que períodos em que o trabalhador permanece à disposição do empregador integram a jornada de trabalho. Educadores defendem que o tempo seja remunerado e não compensado.
Terra no limite
Estudo aponta que a Terra opera além dos limites sustentáveis
Uma pesquisa publicada na revista científica Environmental Research Letters concluiu que a humanidade já ultrapassou a capacidade sustentável do planeta. O estudo, desenvolvido por pesquisadores da Universidade Flinders, na Austrália, analisou mais de dois séculos de dados demográficos e ambientais. Segundo os cientistas, o atual padrão de consumo e uso dos recursos naturais excede a capacidade de regeneração da Terra. Os autores alertam que mudanças profundas serão necessárias para reduzir a pressão sobre os ecossistemas e garantir sustentabilidade às futuras gerações.
Trânsito da Tabuleta exige medidas urgentes
Motoristas que circulam pela região da Tabuleta enfrentam diariamente longos congestionamentos, especialmente nos cruzamentos das avenidas Miguel Rosa e Barão de Gurguéia. Nos horários de pico, entre 7h e 9h e das 17h às 20h, o fluxo intenso transforma um dos principais entroncamentos de Teresina em um verdadeiro gargalo urbano. A presença mais frequente de agentes da Strans e da PRF poderia contribuir para organizar o tráfego e reduzir os transtornos. A área também necessita de melhorias na sinalização para aumentar a fluidez e a segurança viária.
STRANS: Muvuca na Rua 13 de Maio
A Rua 13 de Maio, na zona sul de Teresina, tornou-se um desafio diário para motoristas. Em diversos trechos, veículos estacionados em frente a oficinas ocupam parte da via e reduzem significativamente o espaço para circulação, provocando lentidão e congestionamentos, principalmente durante a manhã. A situação tem gerado reclamações de condutores que enfrentam dificuldades para trafegar pela região. Moradores e usuários da via defendem uma fiscalização mais efetiva e medidas de ordenamento para devolver fluidez e segurança ao trânsito local.
Acesso ao Morada Nova pede atenção do poder público
Um dos pontos que mais carecem de melhorias urbanas em Teresina é o acesso da BR-316 ao bairro Morada Nova. Além de problemas de pavimentação, o trecho apresenta aspecto de abandono e deficiência na organização dos espaços públicos. A situação afeta a mobilidade, compromete a imagem da região e gera desconforto para moradores e visitantes. Investimentos em infraestrutura, urbanização e paisagismo poderiam transformar a área, tornando-a mais segura, funcional e visualmente agradável para quem circula diariamente pelo local.
Ciclistas pedem mais espaço e melhor sinalização
E por falar em organização dos espaços urbanos, a coluna tem recebido reclamações de ciclistas sobre a falta de infraestrutura adequada para quem utiliza a bicicleta como meio de transporte ou lazer em Teresina. Entre as principais reivindicações estão a ampliação das ciclovias e ciclofaixas, além da revitalização da sinalização existente, muitas vezes desgastada ou pouco visível. A mobilidade urbana exige atenção a todos os modais, e investir em espaços mais seguros para ciclistas representa um avanço na qualidade de vida e na segurança no trânsito.
Paisagismo nos bairros
O paisagismo urbano não pode ser tratado como privilégio de algumas regiões da cidade. Moradores questionam por que bairros como o Jockey recebem canteiros bem cuidados, arborização e espaços visualmente agradáveis, enquanto outras áreas convivem com abandono, buracos e falta de investimentos básicos. A qualidade de vida não deve ter CEP. Quem vive na periferia também tem direito a ruas organizadas, áreas verdes e ambientes urbanos acolhedores. Uma cidade verdadeiramente desenvolvida é aquela que distribui atenção e investimentos de forma equilibrada entre todas as regiões.
Centro precisa de revitalização urbana
A paisagem urbana do centro de Teresina pede atenção urgente. Terrenos tomados pelo mato e imóveis abandonados contribuem para o acúmulo de lixo, sensação de insegurança e degradação visual de uma das áreas mais importantes da capital. Além de fiscalizar e aplicar as medidas previstas na legislação, a Prefeitura poderia criar programas de incentivo para proprietários que mantenham fachadas conservadas, imóveis pintados e terrenos limpos. Valorizar quem cuida da cidade pode ser tão eficiente quanto punir quem a abandona. Uma capital moderna também se constrói pela aparência e organização de seus espaços.
Prefeito, saia do gabinete
Governar também exige presença. Passados meses da eleição, moradores questionam a pouca presença do prefeito Sílvio Mendes em comunidades e bairros afastados do centro da capital. A gestão dos problemas da cidade não acontece apenas por relatórios e reuniões técnicas. Estar nas ruas, conversar com a população e acompanhar de perto a realidade dos bairros ajuda a compreender demandas que muitas vezes não chegam aos gabinetes. Teresina enfrenta desafios em áreas como infraestrutura, mobilidade e limpeza urbana, e a população espera uma administração cada vez mais próxima do cotidiano das comunidades.
Empresários de ônibus interestaduais precisam evoluir
Passageiros que utilizam linhas interestaduais reclamam que a qualidade dos serviços não acompanha os preços cobrados pelas empresas do setor. Entre as principais queixas estão veículos antigos, poltronas desconfortáveis e a ausência de recursos que já se tornaram comuns em viagens de média e longa distância. Em plena era digital, muitos ônibus ainda não oferecem internet, tomadas para carregamento de celulares, sistemas de entretenimento ou qualquer tipo de serviço de bordo. Enquanto as tarifas seguem elevadas, consumidores cobram mais conforto, modernização e respeito a quem passa horas nas estradas.