Candidato a deputado diz que Bolsonaro é “o homem mais democrático do Brasil”
A declaração foi dada em entrevista concedida ao AZ nas Eleições desta quarta-feira (22)
O AZ nas Eleições desta quarta-feira (22) entrevistou o capitão Everton Araújo, único representante das Forças Armadas a disputar mandato eletivo pelo Piauí. O oficial é candidato a deputado federal pelo PSL – mesmo partido do polêmico presidenciável Jair Bolsonaro, o “homem mais democrático do Brasil”, segundo o candidato.
Na conversa não faltaram mais elogios a Bolsonaro. Everton também tratou sobre a necessidade de investimentos em segurança (carro-chefe de sua campanha); criticou os Direitos Humanos e a Intervenção Militar no Rio de Janeiro e também falou sobre a proposta de liberação do posse de arma à população.
- Participe do nosso grupo de WhatsApp
- Participe do nosso grupo de Telegram
- Confira os jogos e classificação dos principais campeonatos
Jair Bolsonaro
Para o capitão, o presidenciável representa a chance do país extinguir a criminalidade e, consequentemente, dar início ao desenvolvimento social. O oficial também amenizou a fama de truculento do correligionário e disse que, se Bolsonaro for eleito, fará diferente do que aconteceu na Ditadura Militar, onde não havia liberdade de imprensa.
“O Bolsonaro é um democrata. Ele é o homem mais democrático do Brasil. Se existe hoje uma pessoa que representa a liberdade de expressão no Brasil é o Bolsonaro”, elogiou o capitão.
Intervenção Militar
De acordo com o capitão Everton a Intervenção Militar no Rio de Janeiro, decretada em fevereiro deste ano pelo presidente Michel Temer, “foi uma tentativa de desmoralização das Forças Armadas”. Ele não se colocou contra a medida, mas a classificou como “política”.
Para o candidato o equívoco está na forma como o projeto foi executado. “Foi mais por questão política do que qualquer outra coisa. Tinha que ter uma preparação, um estudo. O Exército deveria ter sido consultado antes”, colocou.
Legalização da posse de armas
Justificando a defesa pela "flexibilização da posse de armas", como tratou de ressaltar, Everton disse que "arma não mata ninguém, quem mata é quem está portando a arma".
Confira a entrevista completa:
Fonte: -