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Profissionais da imprensa realizam ato no TJ e pedem liberdade de Arimatéia Azevedo

O grupo empunhou faixas com "#ArimateiaLivre" e "#JornalismoLivre"

Jornalistas e estudantes de jornalismo realizaram um ato, na manhã desta terça-feira (23), em frente ao prédio do Tribunal de Justiça do Piauí (TJ-PI), em defesa da liberdade do jornalista Arimatéia Azevedo, preso há mais de 40 dias na penitenciária Irmão Guido por um crime que não cometeu. O grupo empunhou faixas com "#ArimateiaLivre" e "#JornalismoLivre".

Profissionais da imprensa realizam ato no TJ e pedem liberdade de Arimatéia Azevedo (Foto: Marcelo Gomes / Portal AZ)

O movimento, segundo a organização, se estendeu também em defesa da liberdade de imprensa e contra constantes perseguições sofridas pelos jornalistas oriundas das mais diversas autoridades do Estado. 

O desembargador Joaquim Dias de Santana Filho recebeu alguns membros do grupo na sede do TJ-PI. Na conversa, eles pediram pela prisão domiciliar de Arimatéia Azevedo e demonstraram preocupação acerca da perseguição que o jornalista vem sofrendo por denunciar poderosos no estado. 

Ainda no ato, jornalistas questionaram a decisão do judiciário do Piauí em manter Arimatéia Azevedo na cadeia com base apenas em prints de terceiros em conversas no WhatsApp que não envolvem o jornalista. 

O advogado Rony Samuel, preso com Arimatéia em 07 de outubro, relatou durante interrogatório que o jornalista não participou de nenhuma prática de crime de extorsão e que ele foi que, se aproveitando de fonte do jornalista, teria cobrado valores a um empresário do ramo de medicamentos após repasses de informações publicadas na coluna de Azevedo no Portal AZ. 

O advogado foi liberado e Azevedo encontra-se preso há mais de 40 dias.

Clique aqui e entenda o que levou o jornalista Arimatéia Azevedo ser preso

Matérias relacionadas:

O plano para manter Arimatéia Azevedo na prisão por mais um crime que não cometeu    

Doutor em Direito Penal pela USP diz que prisão de Arimatéia Azevedo é ilegal    

Preso há uma semana, Arimatéia Azevedo segue sendo alvo de novas denúncias falsas sobre extorsão; entenda    

Ministério Público é favorável à prisão domiciliar do jornalista Arimatéia Azevedo    

Lawfare: a caçada ao jornalista    

Sindjor-PI e Fenaj repudiam prisão de Arimatéia Azevedo e afirmam: “perseguição está escancarada”    

Advogados reforçam ilegalidade da prisão e pré-julgamento de Arimatéia Azevedo    

Advogado destaca falta de provas em prisão de Arimatéia Azevedo: “um absurdo jurídico”

Homem que acusa Arimatéia Azevedo de extorsão nunca esteve com o jornalista

Processo não aponta ligação do jornalista Arimatéia Azevedo ao suposto crime de extorsão

Jornalistas e estudantes de jornalismo realizaram um ato, na manhã desta terça-feira (23), em frente ao prédio do Tribunal de Justiça do Piauí (TJ-PI), em defesa da liberdade do jornalista Arimatéia Azevedo, preso há mais de 40 dias na penitenciária Irmão Guido por um crime que não cometeu. O grupo empunhou faixas com "#ArimateiaLivre" e "#JornalismoLivre".

Profissionais da imprensa realizam ato no TJ e pedem liberdade de Arimatéia Azevedo (Foto: Marcelo Gomes / Portal AZ)

O movimento, segundo a organização, se estendeu também em defesa da liberdade de imprensa e contra constantes perseguições sofridas pelos jornalistas oriundas das mais diversas autoridades do Estado. 

O desembargador Joaquim Dias de Santana Filho recebeu alguns membros do grupo na sede do TJ-PI. Na conversa, eles pediram pela prisão domiciliar de Arimatéia Azevedo e demonstraram preocupação acerca da perseguição que o jornalista vem sofrendo por denunciar poderosos no estado. 

Ainda no ato, jornalistas questionaram a decisão do judiciário do Piauí em manter Arimatéia Azevedo na cadeia com base apenas em prints de terceiros em conversas no WhatsApp que não envolvem o jornalista. 

O advogado Rony Samuel, preso com Arimatéia em 07 de outubro, relatou durante interrogatório que o jornalista não participou de nenhuma prática de crime de extorsão e que ele foi que, se aproveitando de fonte do jornalista, teria cobrado valores a um empresário do ramo de medicamentos após repasses de informações publicadas na coluna de Azevedo no Portal AZ. 

O advogado foi liberado e Azevedo encontra-se preso há mais de 40 dias.

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