Direto da Redação: eleitor de Rafael, prefeito pedófilo se protege

Até o deputado Júlio César bateu no TJ-PI para evitar a prisão do pedófilo

Prefeito protegido

O prefeito Silas Noronha é acusado de pedofilia. Mas o que chama atenção é o fato de ele ser eleitor de Rafael, de Júlio César e Marcelo Castro.

E, por conta disso, ainda não teria sido preso. A polícia, queixam-se os adversários, é do governador.

Foto: ReproduçãoCom esse trio (Georgiano, Rafael e Nerinho), o prefeito pedófilo Silas se protege no tradicional dedo pra cima, dizendo-se intocável
Com esse trio (Georgiano, Rafael e Nerinho), o prefeito pedófilo Silas se protege no tradicional dedo pra cima, dizendo-se intocável

A sombra de Rafael

Há foto de Silas ao lado de Rafael e do deputado Nerinho.

Ele faz parte de uma corja — ops, de uma turma de cearenses que desceram a serra para comprar prefeituras.

Cada um com uma

Um primo comprou a de Pimenteiras, Silas a de Pio IX, um terceiro pagou pela de Prata do Piauí, e outro por Valença.

A novidade é a acusação de tráfico de menores.

Mas ele está protegido.

A prova do crime

Pelos grupos de redes sociais, há áudios de Silas tentando comprar o silêncio dos envolvidos.

Rafael devia se posicionar sobre isso. Um voto não vale a dignidade das vítimas desse sujeito.

Oração do Dia

Pelo que tenho observado,
quem cultiva o mal e semeia maldade,
isso também colherá.

📖 Jó 4:8 Bom dia! A paz do senhor Jesus Cristo 🙌

Te cuida, Rafael!

O cenário político do Piauí, que até há pouco tempo parecia estável e previsível, começa a apresentar sinais claros de mudança.

A percepção de uma reeleição tranquila do governador Rafael Fonteles já não é tratada como certeza absoluta nos bastidores.

O ambiente político se tornou mais dinâmico, com tensões internas e novos atores ganhando relevância, o que indica que a disputa de 2026 tende a ser mais competitiva do que se imaginava.

Fissuras no grupo

Um dos elementos centrais dessa mudança é a existência de fissuras dentro do próprio grupo governista. A possível presença de lideranças nacionais, como José Dirceu e José Guimarães, em agendas políticas locais, expôs divergências internas e evidenciou que o partido ainda busca consolidar um consenso estratégico.

Relações marcadas

Ao mesmo tempo, as relações políticas entre o senador Wellington Dias e o núcleo político do atual governo permanecem marcadas por tensões silenciosas, mas relevantes, que podem influenciar decisões futuras.

Já se disse aqui: Wellington não trabalha por Rafael.

Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência BrasilMinistro do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, Wellington Dias
Wellington já não é mais o mesmo com Rafael

Calendário

Outro fator decisivo é o calendário político. O prazo de desincompatibilização, tradicionalmente um momento técnico do processo eleitoral, ganha agora dimensão estratégica.

Tabuleiro

A depender das escolhas feitas por lideranças do grupo governista, especialmente quanto a candidaturas e alianças, o tabuleiro político poderá sofrer mudanças significativas.

Esse período tende a revelar quem está disposto a disputar poder e quem buscará acomodação política.

Contudo, o movimento mais relevante ocorre fora da estrutura do governo.

Lá vem o Joel!

O crescimento político de Joel Rodrigues introduz um novo elemento na equação eleitoral. Diferentemente de perfis associados à gestão técnica e à burocracia estatal, Joel construiu sua trajetória com forte presença nas bases e proximidade com o eleitorado, o que lhe confere um capital político distinto e potencialmente competitivo.

Foto: ReproduçãoJoel Rodrigues
Joel chegou para intranquilizar. Governo já sentiu a mudança de cenário

A eleição de 2026, portanto, tende a assumir um caráter que vai além da simples disputa administrativa.

Projeto político

Ela se desenha como um confronto de narrativas e estilos de liderança. De um lado, a continuidade de um projeto político associado à estabilidade institucional e à gestão técnica; de outro, a tentativa de mobilizar o eleitorado a partir da identificação popular e da experiência política local.

Em síntese, o ambiente político do Piauí entrou em uma nova fase.

Zona? Que zona?

A zona de conforto que antes favorecia o grupo governista começa a se reduzir, substituída por um cenário de incerteza e competição real.

O que antes era tratado como uma eleição protocolar passa, gradualmente, a se configurar como uma disputa aberta, marcada por rearranjos internos, novas lideranças e um eleitorado mais atento às alternativas disponíveis.

Menos recursos

O IPTU deste ano terá uma arrecadação R$ 120 milhões menor após os ajustes de valores feitos pela Prefeitura com autorização da Câmara e apoio do Tribunal de Contas do Estado.

O prefeito Sílvio Mendes (União Brasil) deu a informação logo cedo.

Foto: PMTIPTU novo calculo

Ajustes

Segundo o prefeito, para repor esses valores, a Prefeitura vai fazer uma busca por impostos em atraso.

Para isso, enviou à Câmara um projeto de renegociação de ativos tributários devidos, um Refis, que dispensa multa e correção para quem pagar à vista e de 40% para parcelamento em até 24 meses.

Centro revitalizado

O prefeito anunciou ainda obras de revitalização no Centro de Teresina, com a construção de mais um shopping de comércio popular, no antigo prédio da Companhia Editora do Piauí, atualmente fechado; reforma da praça Demóstenes Avelino (Praça do Fripisa), que será transformada na Praça dos Livros, onde atuam 250 mulheres empreendedoras na venda de livros usados; e reforma da praça Pedro II, além de revitalização da rua dos Passarinhos (ao lado do Museu do Piauí) e Areolino de Abreu, que é corredor de tráfego de ônibus.

Menos bebida

Uma boa notícia do IBGE para o Piauí: o estado tem a segunda menor taxa de adolescentes em idade escolar (13 a 17 anos) que usaram bebida alcoólica, com 43,1% ante 53,6% da média nacional.

Ainda assim, o dado é preocupante, porque há 4 em 10 estudantes com acesso a álcool.

Foto: Reprodução/InternetJovens lideram queda no consumo de álcool no Brasil, aponta pesquisa
Piauí teve uma das menores taxas de adolescentes que beberam alcoólicos, abaixo da média nacional.

Meninas bem mais

Embora seja estreita a margem de diferença, o IBGE registrou que as estudantes de 13 a 17 anos tiveram maior taxa de experimentação de bebida alcoólica, com 44%, ante 42,1% dos rapazes.

Bem cedo

Outro dado que deve acender o alerta de pais e educadores: 1 em cada 5 adolescentes de 13 a 17 anos matriculados em escolas públicas e privadas tiveram o primeiro contato com bebida alcoólica com 13 anos ou menos.

Embriaguez

Um em cada três estudantes piauienses nessa faixa etária (35,5%) reportou ao menos um episódio de embriaguez.

No Brasil, a situação é pior: 4 em 10 adolescentes declararam ao menos uma vez terem se embriagado.

Indignação

Aquele programa chapa-branca daquela TV, ainda mais chapa-branca, mostra jornalistas que se portam como porta-vozes do PT e do Palácio de Karnak, indignados pelo que consideram a inexistência de oposição ao prefeito Sílvio Mendes, do União Brasil.

A unanimidade do apoio ao governo do PT no Piauí, adquirida a soldo, eles nunca percebem e, claro, não criticam.

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